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Dia do Meio Ambiente: pequenos esforços

Apesar dos grandes esforços internacionais, é mais fácil conseguir resultados com pequenas atitudes do que esperar pela diplomacia oficial. Dia 5 de julho é o Dia Mundial do Meio Ambiente, mas não adianta lembrar na saúde do planeta apenas por um dia e destruí-los nos outros 364. Atitudes simples como separar o lixo seco do orgânico, utilizar ecobags ao invés de sacos plásticos ou passar cinco minutos a menos embaixo do chuveiro fazem bem ao planeta e ao seu bolso. Reeducar a forma como agimos e consumimos pode ser a grande solução para os problemas ambientais.

A consultora de marketing sustentável e blogueira Karina Marinheiro dá a dica: “questione qual a procedência do produto [que você consome], reflita se realmente precisa dele e se não há uma alternativa mais sustentável.” Karina destaca que não existe nenhuma atitude com impacto zero, mas sempre é possível buscar o menor impacto. “Se cada pessoa refletisse sobre os impactos que suas ações geram, para ela e para o mundo, com certeza teríamos atitudes mais equilibradas, mais sustentáveis. A sustentabilidade está no equilíbrio entre os três pilares: econômico, social e ambiental.”

Um banho de ducha de 15 minutos gasta, em média, 171 litros de água, são 11,4 litros por minuto. De acordo com a Organização das Nações Unidas, cada pessoa necessita de cerca de 110 litros de água por dia para atender necessidades de consumo e higiene. No entanto, no Brasil, o consumo por pessoa pode chegar a mais de 200 litros/dia, afinal, aqui muita gente gasta isso só no banho. No chuveiro, outra dica é desligar a torneira enquanto você se ensaboa. O mesmo vale para a escovação dentária e o barbear.

Na hora de descartar seus resíduos, lembre-se de que, no Brasil, cada pessoa gera, em média, um quilo de lixo por dia. São 55 trilhões de quilos por ano e 91% desse lixo vai parar em lixões e aterros sem sempre sanitários. A separação do lixo reciclável gera dinheiro e ajuda o meio-ambiente. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil lucraria cerca de R$ 8 bilhões por ano com a reciclagem consciente (a coleta seletiva atualmente movimenta R$3 bilhões por ano).

Apesar de parecer pouco, o Brasil apresenta índices elevados de reciclagem, mesmo quando comparado com países desenvolvidos. O Reino Unido, por exemplo, também recicla apenas 8% de seu lixo. Nosso país é o segundo que mais recicla alumínio: 89% do alumínio consumido aqui é reciclado, perdendo apenas para a Alemanha, que recicla 97% – segundo dados de 2008 do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre).

Dados do IBGE apontam que a reciclagem vem crescendo no Brasil. Apesar de apenas 14% da população ter acesso a serviços de coleta seletiva, a reciclagem de papel subiu de 38,8% em 1993 para 43,9% em 2002 e a de alumínio passou de 50% para 89%. A reciclagem de garrafas PET cresceu 18,6% de 1994 a 2007.

Nas escolas, as crianças já recebem aulas sobre reciclagem, consumo consciente e educação ambiental, mas é importante que você incentive seus filhos a separar o lixo, economizar água e luz. Um mundo melhor passa por uma mudança de pensamento de toda a população, e investir nas crianças é garantia de bons resultados.

Esta matéria começa AQUIDia do Meio Ambiente: esforços internacionais.

Texto escrito no final de maio de 2010 para o Portal Vital, da Unilever, e publicado na primeira semana de junho. A versão editada está disponível no site, cujo acesso é restrito a usuários cadastrados. Atribui uma data aleatória para a publicação do texto aqui no blog, apenas para mantê-lo como registro.

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Dia do Meio Ambiente: esforços internacionais

No próximo dia 5 de junho será comemorado pela 38ª vez o Dia Mundial do Meio Ambiente . A data foi estabelecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1972, marcando a abertura da 1ª Conferência Mundial de Meio Ambiente, em Estocolmo, na Suécia. Foi a primeira reunião global para discutir a responsabilidade e o papel de cada país na contenção ao descontrole ambiental, que começava a se tornar preocupante.

A ecologia entrou para a pauta de discussões internacionais depois que um acidente no navio petroleiro Torrey Canion derramou 123 mil toneladas de óleo na costa da Inglaterra, em 1967. O mundo então passou a pensar alternativas que permitissem atingir o desenvolvimento econômico sem destruir os recursos naturais do planeta. A criação do Dia Mundial do Meio Ambiente se deu para chamar atenção dos povos e dos políticos à necessidade de aumentar a conscientização e a preservação ambiental, a fim de evitar mais desastres.

No âmbito das relações internacionais, foram realizadas diversas Conferências e encontros globais para discutir assuntos relacionados à preservação ambiental, como os Protocolos de Montreal e Kyoto, e também as Conferências Climáticas (a última realizada em Copenhagen, em dezembro do ano passado). A primeira Conferência, em Estocolmo, reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, e a principal pauta foi a degradação que o homem vinha causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência.

Muitas das decisões ali tomadas não saíram do papel, mas a data foi importante para abrir as discussões sobre meio ambiente, sustentabilidade e preservação. No Brasil, o trabalho de preservação ambiental começou em 1974, quando foi criada a Secretaria Especial do Meio Ambiente (hoje Ministério do Meio Ambiente).

Já o Protocolo de Montreal, assinado em 1987 no Canadá, foi o mais bem sucedido acordo ambiental e é visto como um exemplo a ser seguido. O acordo já foi assinado por mais de 190 países, que se comprometeram a reduzir a emissão de gases nocivos à camada de ozônio. De lá pra cá, as emissões mundiais desses gases já caíram 97%.

Para controlar as emissões de gases estufa, o Protocolo de Kyoto, assinado em 1992 e retificado em 1997, estabeleceu metas para controle e redução desses gases e tem cerca de 180 países signatários. No entanto, os atuais maiores poluentes mundiais, EUA e China, não assinaram o acordo.

A professora Sâmia Maria Tauk-Tornisielo, coordenadora do curso de pós-graduação em sustentabilidade ambiental da Universidade Estadual Paulista (Unesp), ressalta que é fundamental para o futuro conter o avanço do efeito estufa. “Para minimizar tudo isso é preciso conter rapidamente a expansão demográfica, controlar a emissão dos gases estufa e aumentar as áreas verdes. Uma mudança de comportamento da população é fundamental. Na Alemanha, por exemplo, eles tem incentiva o uso de bicicletas, que não poluem o ar.”

A professora destaca que os acordos internacionais muitas vezes não surtem muito efeito e chegam a ser desrespeitados até pelos países signatários. Sâmia acredita que nosso planeta precisa rever a forma como consome: “precisamos repensar o modo como vivemos, compramos e nos comportamos no dia-a-dia. A velocidade de degradação tem sido muito rápida. O governo poderia ressarcir financeiramente as pessoas que colaboram com o meio-ambiente, quando você meche com o bolso as coisas funcionam.”

Esta matéria continua AQUIDia do Meio Ambiente: pequenos esforços.

Texto escrito no final de maio de 2010 para o Portal Vital, da Unilever, e publicado na primeira semana de junho. A versão editada está disponível no site, cujo acesso é restrito a usuários cadastrados. Atribui uma data aleatória para a publicação do texto aqui no blog, apenas para mantê-lo como registro.

Ankle boots: Na hora de combinar

As ankle boots, aquelas botinhas de tornozelo com o salto alto, são ideais para garantir um visual sofisticado. A única contra-indicação é para mulheres com a perna grossa, que devem tomar cuidado na hora de combinar, pois as botinhas engrossam a silhueta.

Segundo a personal stylist Simone Freire, “as ankle boots ficam bem para todo mundo, sempre tem um modelo para agradar a cada gosto e tipo de corpo.” Para as mulheres que tem a perna grossa, e que muitas vezes sofrem para combinar botas com o vestuário, a dica de Simone é usar a botinha com uma meia escura e opaca, da mesma cor da bota, “pois isso dá um tom uniforme ao conjunto e ameniza a perna ou o tornozelo grosso”. A personal sylist Lilian Riskalla, membro da Associação Internacional de Consultores de Imagem, concorda: “Os tons monocromáticos amenizam o visual.”

As ankle boots ficam muito boas quando combinadas com shorts, saias ou calças curtas, calças jeans justas ou leggings. A bota, neste caso, entra como um acessório, “são botas feitas para serem vistas”, comenta Simone.

Confira alguns looks recomendados pela personal stylist Lilian Riskalla, membro da Associação Internacional de Consultores de Imagem:

Look muito bom para mulheres com canelas mais grossas, pois a combinação da calça escura e ankle boots não as engrossam. Para as mais cheinhas, evite a quebra da silhueta com blusas de cores contrastantes, prefira o look monocromático, calças boot cut (mais larguinhas na boca ao invés de Skinnys: quanto mais justa a modelagem, mais grossa parece a perna), procure usar um blazer mais longo e evite babados.

Look monocromático, bem democrático e ideal para o inverno. O casaco é mais soltinho, o que disfarça as gordurinhas extras, se existirem. As meias coordenadas com as ankle boots são perfeitas para disfarçar canelas mais grossas e ainda deixa você bem quentinha!

Look bom para as magrinhas e altas, o comprimento do vestido corta a silhueta e ameniza, no caso de mulheres muito magras. Para as cheinhas, acrescente ao visual meias pretas, grossas, e evite vestidos em cores chamativas, pois aumentam o volume. Abuse das cores em acessórios, como echarps, pashminas, esmaltes.

Vestidinho, casaco leve e ankle boot básica. Mulheres mais cheinhas podem usar a combinação com um casaco mais longo e meias grossa na cor da bota.

Esta matéria começa AQUIAnkle boots: modelos e tendências.

Texto escrito entre fevereiro e maio de 2010 para o Portal Vital, da Unilever. A versão editada está disponível no site, cujo acesso é restrito a usuários cadastrados. Atribui uma data aleatória para a publicação do texto aqui no blog, apenas para mantê-lo como registro.

Ankle boots: modelos e tendências

As ankle boots apareceram timidamente em 2007 e aos poucos foram conquistando espaço nas passarelas e nas lojas. Neste outono-inverno, elas surgem como grande tendência e devem ganhar cada vez mais espaço no pé das brasileiras.

A coordenadora de treinamento e produto da loja Arezzo, Silvia Barros, acredita que as ankle boots são “uma descoberta fashion que tem tudo a ver com a realidade do Brasil. É uma bota que combina com um país quente como o nosso.” Feitas para serem mostradas, essas ‘botas de tornozelo’ devem agradar a todos os gostos e corpos, pois a diversidade de modelos disponíveis e as possibilidades de combinações com roupas é imensa.

A personal stylist Simone Freire diz que a tendência surgiu muito restrita às passarelas, “mas agora as pessoas se acostumaram com ela e virou uma moda urbana.” Os materiais mais comuns são o couro e a camurça, mas também há modelos em acrílico, tela, verniz, dentre outros. Simone comenta que a variedade tem crescido: “as lojas estão fazendo com saltos criativos, babados, lacinhos, tacha, modelos peep toe [aquele com o dedo de fora].”

Há modelos desde a ‘pretinha básica’ até ankle boots arrojadas, com saltos e detalhes diferentes que vão agradar às mulheres com um estilo mais moderno. Simone destaca essa variedade como uma grande vantagem das botinhas, que acabam se tornando bastante democráticas.

Na hora de combinar, também é fácil! As ankle boots ficam muito bem com shorts curtos, calças skinny, vestidinhos leves, vestidos de noite, minissaia. As opções são várias. Simone comenta que as ankle boots ficam muito boas com roupas mais modernas e, para fugir do frio, uma meia calça opaca da mesma cor da bota pode ajudar se você quiser combinar sua ankle boot com um vestido, por exemplo.

Sempre acompanhadas de altos saltos, as ankle boot são ideais para conferir um ar chique a um visual casual. As botinhas devem ser o grande sucesso desta estação. Outra presença já comum nos dias frios são as botas maiores, estilo montadora, que, segundo Simone, “são um clássico que nunca sai de moda.” A personal sylist Lilian Riskalla acredita que as botas acima do joelho, feitas para acompanhar vestidos e shorts curtos, também devem fazer sucesso neste outono-inverno. Escolha seu modelo e aproveite!

Na continuação desta matéria, saiba como montar looks usando ankle boots.

Texto escrito entre fevereiro e maio de 2010 para o Portal Vital, da Unilever. A versão editada está disponível no site, cujo acesso é restrito a usuários cadastrados. Atribui uma data aleatória para a publicação do texto aqui no blog, apenas para mantê-lo como registro.

O mundo na palma da mão

Enquanto espera o trânsito passar, você pode assistir seu programa favorito, checar seus e-mails ou navegar um pouco pela web. Tudo isso usando apenas o seu celular! Importante meio de comunicação na atualidade, fazer e receber ligações virou complemento: os celulares hoje são entretenimento e praticidade. Além de tirar fotos, os novos aparelhos também permitem ao usuário assistir televisão, ouvir músicas, organizar sua agenda, utilizar sistemas de GPS, acessar diversos conteúdos na internet.

Todos esses serviços (e muitos outros) podem ser utilizados através de um smartphone, os celulares inteligentes, como o iPhone (da Apple), o BlackBerry (da Nextel), o Nokia E71 e o Android (do Google). No Brasil atualmente existem cerca de 175 milhões aparelhos celular, segundo balanço feito pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em janeiro e o IBGE indica que em torno de 1,5 milhão de pessoas já usam a internet também nos aparelhos móveis, devido à comodidade e mobilidade.

Para quem busca entretenimento, o iPhone é atualmente a melhor opção entre os smartphones, destaca Marcelo Castelo, sócio e diretor de negócios para a área de mobile da agência de comunicação F-Biz, pois a loja virtual da Apple tem 150 mil aplicativos diferentes para download, muitos deles gratuitos. São várias ferramentas que permitem assistir vídeos, ouvir músicas, se informar sobre cinema, esportes, ler notícias, acessar redes sociais (como twitter, facebook ou orkut), encontrar mapas, etc.

Aplicativos
Os smartphones funcionam como um pequeno computador: eles tem um sistema de memória semelhante ao disco rígido dos computadores e, na internet, só não abrem sites produzidos em flash. Muitos sites já disponibilizam versões móveis, perfeitamente adequadas às telas menores. Castelo acredita que no futuro estes aparelhos devem ter ainda mais recursos e uma velocidade de navegação mais alta, além do preço mais acessível, tanto dos aparelhos quanto dos planos de internet 3G (móvel).

Várias empresas aproveitam a interação que estes aparelhos inteligentes oferecem para disponibilizar serviços exclusivos para este público que vem crescendo. A Nokia, por exemplo, lançou recentemente o modelo Nokia 5530 que já vem com o aplicativo do Guia de Receitas Knorr, com mais 500 receitas para facilitar a vida dos usuários. Na loja da Apple, você encontra de simples aplicativos de notícias para iPhone até ferramentas que permitem monitorar o crescimento de seu filho ou ter uma esteticista analisando sua pele (a jornalista Daniela Bertocchi traz algumas dicas legais para as mulheres em http://iphonedemulher.blog.uol.com.br/).

O gerente de projetos esportivos Francisco Tattine, 30 anos, está escolhendo um smartphone para comprar. Em dúvida entre o iPhone e o BlackBerry, ele diz que está procurando o modelo que ofereça mais aplicativos e velocidade. Atualmente com um celular simples, Tattine utiliza os recursos de lembretes, despertador e a calculadora, mas ele comenta que um aparelho inteligente traz a vantagem da conectividade. “Eu viajo muito, com um smartphone poderia ter informações de transito, previsão do tempo, tudo a mão, sem depender de ninguém. Eu poderia sincronizar a agenda do computador com a do celular e poder trabalhar fora do escritório, na rua, sem levar trabalho pra casa. É bom para quem está na correria!”

Mas também é preciso ficar atendo ao vício. Uma pesquisa do Universidade de Stanford (EUA), realizada com 200 jovens norte-americanos, convidou-os a marcar seu nível de dependência em relação aos seus iPhones. Em uma escala de um a cinco, na qual cinco significa muito viciado e um descreve alguém sem a menor dependência, 10% marcaram o número cinco, 34% apontaram o quatro (que representa alta dependência), 32% disseram que “não eram completamente viciados” e apenas 6% afirmaram que não eram nem um pouco dependentes. Aproveite, mas com cuidado!

Texto escrito entre fevereiro e maio de 2010 para o Portal Vital, da Unilever. A versão editada está disponível no site, cujo acesso é restrito a usuários cadastrados. Atribui uma data aleatória para a publicação do texto aqui no blog, apenas para mantê-lo como registro.

Como organizar sua biblioteca pessoal

Tão importante quanto o posicionamento ideal da estante em relação à casa, é a forma como você organiza sua estante. De que adianta ter livros limpos, se você nunca acha aquele que busca? A dica, para quando você tiver um [bom] tempo livre, é catalogar seus livros por assunto, assim você não precisa necessariamente saber qual o nome ou o autor daquele livro que você procura, basta saber do que ele trata.

Júlio Penteado, vice-presidente da Federação Brasileira de Veículos Antigos, tem um biblioteca relativamente pequena, mas bastante especializada e muito bem cuidada. Apaixonado por carros, a paixão não fica de fora quando Penteado vai às livrarias. Ele tem de 100 a 120 livros sobre automóveis novos, antigos, inovações e todo tipo de informações relacionadas, fora uma acervo de revistas encadernadas: em sua estante, pode-se encontrar todas as edições de várias revistas especializadas. E tudo isso muito bem organizado. “As revistas estão por data de publicação e os livros mais ou menos por assunto”, conta.

Mas, no intuito de manter seus livros por mais tempo, arrumação e estante ideal podem ser inúteis se você molhar as pontas dos dedos para virar as páginas, por exemplo. O coordenador de preservação da Biblioteca Nacional, Jayme Spinelli, é categórico: se um livro por ventura for atingido por água, “não o exponha ao sol, isso acarreta a descoloração do mesmo e o ressecamento do papel. Se um livro molhar, procure secá-lo com o auxílio de um ventilador, que, com movimentos circulares na frente do mesmo semi aberto, acarretará sua secagem.”

Para uma melhor organização e preservação dos livros na estante, Spinelli diz que é importante não compactar os livros nas prateleiras: “uma certa folga entre eles é recomendável.” Se a sua estante não for fechada nas laterais, utilize bibliocantos para que os livros não fiquem despencando da estante.

Penteado observa essa dica categoricamente. “É importante não forçar as prateleiras, pois, com o tempo, os livros acabam grudando.” Na limpeza, ele usa um pano seco e procura limpar os livros pelo menos três vezes ao ano, “o ar de São Paulo é muito poluída”, desabafa.

Para limpeza, Spinelli recomenda o uso do aspirador de pó nos livros e nas prateleiras. Também é importante evitar comer próximo aos livros, pois isso atrai insetos e impurezas. E para evitar danos com o simples fato dos livros saírem da estante, retire-os segurando pela lombada e não puxando-os pela cabeça. Seguindo as dicas usadas na Biblioteca Nacional, você ainda poderá se deleitar com seus preciosos por muito tempo!

Esta matéria começa AQUIComo cuidar bem de sua biblioteca pessoal.

Texto escrito entre fevereiro e maio de 2010 para o Portal Vital, da Unilever. A versão editada está disponível no site, cujo acesso é restrito a usuários cadastrados. Atribui uma data aleatória para a publicação do texto aqui no blog, apenas para mantê-lo como registro.

Como cuidar bem de sua biblioteca pessoal

Na era dos livros digitais em leitores super modernos, os livros ‘comuns’ ainda exercem um grande fascínio entre os admiradores de uma boa leitura. Nada se compara à sensação de ter um livro na estante, de pegá-lo na mão, folhear, ler alguns trechos, colocar seu nome no começo ou sorrir novamente relendo uma dedicatória escrita por alguém querido.

Mas cuidar bem de seus livros vai muito além de simplesmente mantê-los organizados na estante. É preciso cuidado para não estragar sua coleção. Descuidos como deixar os livros em uma estante de madeira junto à parede externa são comuns e podem causar um grande estrago. O coordenador de preservação da Biblioteca Nacional, Jayme Spinelli, recomenda que os livros sejam mantidos em uma estante limpa, ventilada e distante do sol. O ideal é que ela seja afastada de paredes que tenham contato direto com chuvas.

Em seus 65 anos de estudos acadêmicos, Aziz Ab Saber, professor honorário do Instituto de Estudos Avançados da USP, acumulou cerca de 20 mil livros. Hoje com 85 anos, Ab Saber é o maior geógrafo brasileiro vivo, mas, mesmo assim, se arrepende de não ter conseguido montar uma biblioteca apropriada para seus livros de geografia, história, economia e tantos outros. O professor mora em um grande terreno na Granja Viana, com uma casa que ele diz ter sido construída aos poucos, ao longo de 30 anos. Aos livros, infelizmente, restou um espaço perto da mata, “é muito úmido, mas não há outro espaço para eles”, lamenta.

Ab Saber sabe que a condição em que se encontram suas preciosidades não é ideal e lamenta a inexistência de uma biblioteca com porte para receber seus livros. “Os livros estão em estantes feitas com caixas d’água, empilhadas uma em cima da outra, por cerca de 15 ou 20 metros”, conta. Ele diz ainda que seus volumes não estão catalogados, o que vai dificultar o trabalho de qualquer bibliotecário que, no futuro, venha a receber o acervo do professor como doação. “Mas eu sei exatamente onde está cada livro”, diz, orgulhoso.

O coordenador de preservação da Biblioteca Nacional aconselha que, para aumentar a vida útil dos livros, eles sejam manuseados com cuidado e com as mãos limpas. “Também deve-se evitar apoiar-se ou escrever sobre os livros, abertos ou fechados, e não faça nenhum tipo de anotação a tinta nas folhas dos livros.” Para evitar manchas ou marcas desnecessárias, a dica de Spinelli é não usar clips ou outro material metálico que danifique o livro como marcador, além de evitar dobrar as páginas: “o melhor é usar o marcador de livros.” Fitas adesivas também devem ser evitadas.

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Dia das Mães: Um dia só seu!

Se o que sua mãe procura é um pouco de paz pelo menos no dia que foi reservado em sua homenagem, porque não oferecer-lhe um pouco de descanso? Uma opção é comprar uma Smartbox com um “vale-experiência” ou contratar uma assistente pessoal, que deixará a casa arrumada do jeito que sua mãe sempre sonhou!

Caixinha de surpresas
Vendida em lojas de varejo, principalmente no sul e sudeste (além de Salvador, Brasília e Goiânia), a Smartbox é uma caixinha temática que vem com um guia de opções e um vale-presente. São 8 caixas divididas em 4 temas: Beleza e Zen & Spa (beleza); Cozinhas pelo mundo (gastronomia); Aventura, Sem limite e Extrema (aventura), Escapada pitoresca e Hotéis de requinte (hotéis); os preços variam de R$65 a R$379.

Se você presenteia sua mãe com a Smartbox Zen & Spa, por exemplo, ela recebe uma guia com 200 opções de massagens, terapia das pedras quentes, banho de leite de cabra com pétalas de rosas, drenagem facial, banho de ofurô, sessão de pilates, banho de chocolate… Nas caixas de aventuras há passeios de balão, salto de paraquedas; em hotéis, o vale dá direito à uma diária completa para duas pessoas. Para usar o presente é só escolher uma opção no guia, ligar para o local, agendar a data do serviço e, no dia, entregar o vale-presente (cujo valor o presenteado não saberá).

O diretor geral da Smartbox no Brasil, João Vianna, destaca que uma das vantagens deste presente é oferecer uma experiência que ficará na memória de quem o receber. “As lembranças mais marcantes são de experiências. Um jantar bacana, um bom hotel, uma viagem, ficam na memória. Sua mãe sempre vai se lembrar daquele presente especial que você lhe deu!”

‘Personal Assistent’
“Algumas mães vivem reclamando que não conseguem organizar a casa, então os filhos podem dar um serviço de arrumação de presente!”, conta Heloisa Sundfeld, diretora da Help Personal Assistant, empresa que oferece serviços que vão da organização da agenda pessoal ou dos armários ao treinamento de empregados, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Santo André (SP) e Campinas (mas também realiza serviços fora se interessar ao cliente).

Heloisa diz que o serviço é um bom presente para mães que trabalham e não tem tempo de deixar a casa como gostariam. O assistente pessoal vai ajudá-las com os assuntos domésticos e tudo será planejado de acordo com o que sua mãe desejar para a casa. A diretora da Help explica que é feita uma entrevista preliminar para determinar quais as demandas e qual o gosto da pessoa. Então organizamos as coisas ou treinamos os empregados seguindo esses gostos.”

O serviço custa R$70 a hora e o que será feito pode ser avaliado de acordo com o valor que você deseja pagar. Se você contratar a Help por R$210, por exemplo, eles conversarão com sua mãe para ver que tipo de serviço ela gostaria que seu assistente pessoal fizesse (e como) e adaptarão os desejos de sua mãe com as 3h pelas quais você pagou. E além de organizar tudo, eles ainda dão dicas de como manter arrumado, assim sua mãe poderá relaxar de verdade!

Esta pauta começa AQUI: O importante é estar junto.

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Dia das Mães: O importante é estar junto

Presentear as mães já virou tradição do segundo domingo de maio, mas muitos esquecem que a data surgiu para homenageá-las por todo o esforço e dedicação que nos oferecem ao longo de nossas vidas. Mais importante que qualquer presente é a oportunidade de reunir a família e estar junto neste dia tão especial! Por isso, selecionamos algumas opções para você inovar no presente de Dia das Mães e fugir das flores ou dos calóricos bombons.

E que almoço!
Nada melhor que reunir a família para comer! Se na sua casa vocês gostam de cozinhar, porque não passar o domingo na cozinha, à moda italiana, cozinhando, comendo e conversando? Quanto acaba um prato, outro já está sendo feito, tudo regado como o toque de um bom vinho! Se ficar em dúvida sobre o que cozinhar, alguns sites, como o Guia de Receitas, dão dicas de pratos especiais para a data!

Para não se preocupar com a louça suja, uma opção é contratar um serviço de buffet ou encomendar comida pronta. A banqueteira Mônica Dajcz, de São Paulo, por exemplo, oferece em seu site um cardápio especial para a data. Encomendando com uma semana de antecedência, você recebe em casa o menu completo: da entrada à sobremesa e sem precisar calcular a quantidade, pois basta dizer quantas pessoas estarão presentes e a equipe da banqueteira te ajuda com isso! Mônica conta que sua especialidade são as festas com buffet completo, mas como o serviço sai muito caro para pequenas reuniões, preparou o esquema de entregas: “A ideia é facilitar, para o cliente conseguir receber a família em casa nesta data especial com qualidade, comodidade e do jeito que ele quer!”

A maioria dos restaurantes também oferece menus diferenciados para o Dia das Mães, mas é preciso cuidado para não terminar do lado de fora. A data é muito disputada e é bom fazer reserva. Uma viagem em família também pode alegrar sua mãe, nada como um roteiro diferente para sair da rotina e se divertir com aqueles que você ama!

Esta pauta continua AQUI: Um dia só seu.

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Os benefícios da automassagem

A técnica é uma tradição milenar da medicina chinesa

Uma boa massagem seria o final ideal para qualquer longo dia de trabalho. Para a maioria das pessoas, no entanto, tal conforto é impraticável. Seja por falta de tempo ou dinheiro, o relaxamento é adiado e as tensões se acumulam. Uma boa saída é a automassagem, uma técnica simples para relaxar sem gastar ou precisar de ajuda.

A automassagem ou Do-In é uma prática originária da tradicional medicina chinesa, seu uso é voltado para a manutenção da saúde e prevenção de doenças. Sua aplicação se dá através de pressão ou fricção nos pontos que, segundo a medicina chinesa, concentram energia no corpo. Seu funcionamento é semelhante ao da acupuntura, só que os dedos substituem as agulhas.

Segundo a medicina chinesa, o corpo humano é composto por energia que circula em 12 meridianos, ao longo dos quais se distribuem centenas de pontos onde se pode aplicar automassagem. Quando o organismo não tem saúde significa que a circulação de energia pelo corpo está em desequilíbrio. A aplicação constante da automassagem mantém o fluxo de energia corporal em equilíbrio, evitando doenças.

Sidney Donatelli, massoterapeuta e coordenador da escola da AMOR (Associação de Massagem Oriental do Brasil), recomenda que junto com a automassagem sejam feitos movimentos de alongamento, “para ir mobilizando o corpo junto com o alto toque”, diz. Ele recomenda trabalhar o corpo todo, passando por vários pontos da cabeça aos pés, para desenrijecer a musculatura e promover a liberação dos tecidos mortos.

O terapeuta Paulo Bastos Gonçalves, especialista em massagem ayurveda e diretor da Associação Brasileira de Ayurveda, afirma que não há restrições para a prática da automassagem. Ele diz que o importante é “respeitar sua condição física, não fazer rotações ou torções e evitar a aplicação de pressão exagerada”. Os benefícios obtidos com uma automassagem são semelhantes àqueles da massagem convencional, a única diferença é que há alguns pontos, nas costas, por exemplo, que não alcançamos em nós mesmos.

Técnicas de automassagem
Segundo a tradicional medicina chinesa, cada um dos pontos espalhados ao longo dos 12 meridianos de energia que regulam o funcionamento do nosso corpo tem uma função específica. A automassagem em um ponto ajuda a regular o processo fisiológico a ele relacionado, seja este físico ou emocional.

Na mão, por exemplo, há um ponto entre os dedos polegar e indicador que, pressionado, ajuda a aliviar dores de cabeça. Já para ansiedade, deve-se fazer uma pressão contínua no punho na direção do dedo mínimo.

O terapeuta Paulo Bastos Gonçalves, especialista em massagem ayurveda e diretor da Associação Brasileira de Ayurveda, explica que, de forma geral, os pontos que mais canalisam energia são aqueles no alto da cabeça, as palmas das mãos, as solas dos pés e o abdome (ao redor do umbigo). Ele explica que “todos esses pontos e regiões devem ser massageados com movimentos circulares. Na região da cabeça com as pontas dos dedos. Já as palmas das mãos, solas dos pés e abdome necessitam de movimentos amplos, realizados com as palmas das mãos”.

Para quem trabalha sentado, Gonçalves diz que “é muito agradável e relaxante fazer pequenas compressões no queixo, logo abaixo da linha dos lábios, no topo da cabeça e na primeira cervical. Terminar comprimindo a lateral do quadril, com atenção especial a cabeça do fêmur”.

A automassagem aumenta a produtividade, oferece um relaxamento imediato e, a longo prazo, oferece ao individuo uma maior aceitação de si mesmo, que dialoga com seu corpo, percebendo sua linguagem e necessidades.

Gonçalves recomenda que sempre que possível a automassagem seja feita com uma pequena quantidade de óleo vegetal morno. “Com a lubrificação, os movimentos serão mais suaves e a pele agradecerá a nutrição extra.” Outra dica do terapeuta é aplicar bolsas e toalhas aquecidas para potencializar o efeito do toque.

Para começar ou terminar bem seu dia, o terapeuta sugere uma seqüência de automassagem: “inicie massageando o rosto com as palmas das mãos, como se quisesse abrir sua face, continue com leve pressões com o polegar, no queixo, logo abaixo dos lábios. A seguir comprima a ponta de seu nariz e depois a articulação do maxilar (logo abaixo dos lóbulos das orelhas). Agora uma leve pressão (sempre com o polegar), no espaço entre as sobrancelhas, siga até o meio da testa e termine massageando com os dedos indicador, médio e anular o meio da sua cabeça. Pare um instante e sinta o bem estar. Agora uma atenção à nuca: comprima com o indicador, o máximo de tempo que for possível para você, a primeira cervical, o próximo movimento é comprimir o meio dos ombros (direito esquerdo, um de cada vez). A seguir, comprima o meio do antebraço (direito e esquerdo) e depois o meio das palmas, em seguida uma leve rotação dos punhos. Dê alguma atenção às coxas: massageie com pequenos movimentos de “amassar”, seguindo até os joelhos, depois comprima as patelas (rótulas) dos joelhos. Se puder tirar os sapatos, comprima o meio das solas dos pés e depois dê uma boa esfregada neles. Pare e sinta a diferença. Para terminar esse “cuidar de você mesmo” apoie delicadamente as palmas das mãos na área central do seu peito e permaneça um instante em contato. Aprecie seu bem estar”

Saiba Mais
Curso Online de Automassagem da Associação de Massagem Oriental do Brasil: http://escola-amor.com.br/curso/curso_online.php
Livro: Do In – Livro dos primeiros socorros, a milenar arte chinesa de acupuntura com os dedos, Juracy Cançado

Texto escrito entre fevereiro e maio de 2010 para o Portal Vital, da Unilever. A versão editada está disponível no site, cujo acesso é restrito a usuários cadastrados. Atribui uma data aleatória para a publicação do texto aqui no blog, apenas para mantê-lo como registro.