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Show Chico Buarque

Hoje uma amiga me perguntou como foi o show do Chico. Só soube dizer que foi bom, que ele é tímido no palco e só consegui citar três músicas pelo nome. Mas a pergunta me deu vontade de buscar (e guardar) o setlist. Não sei se está certinho, mas vários sites apontam este como o setlist da turnê (e várias músicas conferem com as do show do dia 7/04, então fico com ele – o vídeo também não é do show específico no qual estive, mas até o figurino é o mesmo). E AQUI uma playlist do youtube com alguns vídeos de bastidores e músicas do show.

Setlist do show:

– Velho Francisco (Chico Buarque) – 1987
– De Volta ao Samba (Chico Buarque) – 1993
– Desalento (Vinicius de Moraes / Chico Buarque) – 1970
– Injuriado (Chico Buarque) – 1998
– Querido Diário (Chico Buarque) – 2011
– Rubato (Jorge Helder / Chico Buarque) – 2011
– Choro Bandido (Edu Lobo / Chico Buarque) – 1985
– Essa Pequena (Chico Buarque) – 2011
– Tipo um Baião (Chico Buarque) – 2011
– Se Eu Soubesse (Chico Buarque) – 2011
– Sem Você 2 (Chico Buarque) – 2011
– Bastidores (Chico Buarque) – 1980
– Todo o Sentimento (Cristóvão Bastos / Chico Buarque) – 1987
– O meu Amor/Teresinha (Chico Buarque) – 1977-1978 / 1977-1978
– Ana de Amsterdan (Ruy Guerra / Chico Buarque) – 1972-1973
– Anos Dourados (Tom Jobim / Chico Buarque) – 1986
– Sob Medida (Chico Buarque) – 1979
– Nina (Chico Buarque) – 2011
– Valsa Brasileira (Edu Lobo / Chico Buarque) – 1987-1988
– Geni e o Zepelin (Chico Buarque) – 1977-1978
– Barafunda (Chico Buarque) – 2011
 Sou Eu (Ivan Lins / Chico Buarque) – 2009
– Tereza da Praia (Tom Jobim / Billy Blanco) – 1954
– A Violeira (Tom Jobim / Chico Buarque) – 1983
– Baioque (Chico Buarque) – 1972
Citação: My Mammy (Walter Donaldson / Joe Young e Sam M. Lewis) – 1918
– Cálice (Gilberto Gil / Chico Buarque) – 1973
– Sinhá (João Bosco / Chico Buarque) – 2011

Bis:

– A Felicidade
– Futuros Amantes
– Na Carreira

Gosto bastante do disco novo. Achei o show um pouco mais animado que o do disco “Carioca”, em 2006 – Chico Buarque nunca é animado no palco, é tímido e acanhado, fica sem graça com as senhoras chamando-o de lindo. Mas Chico é Chico e não precisa fazer nada para emocionar no palco.

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Eric Clapton em São Paulo

O show de Eric Clapton aqui em São Paulo foi muito bom! O som do Morumbi estava no volume certo, o pianista e as backing vocal eram ótimos.

Este post é mais para guardar a setlist da apresentação (no entanto, tentarei atualizá-lo)

1. “Going down slow”
2. “Key to the highway”
3. “Hoochie coochie man”
4. “Old love”
5. “Tearing us apart”
6. “Driftin’ blues”
7. “Nobody knows you when you’re down and out”
8. “Lay down Sally”
9. “When somebody thinks you’re wonderful”
10. “Layla”
11. “Badge”
12. “Wonderful tonight”
13. “Before you accuse me”
14. “Little Queen Of Spades”
15. “Cocaine”

Bis
16. “Crossroads”

Cheguei atrasada e tive o maior trabalho para chegar no Morumbi, mas a energia de um show em estádio é incrível. Eric Clapton não é muito falante e fez um show bastante sucinto, mas sensacional!

Texto do G1 sobre o show: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/10/eric-clapton-fecha-turne-brasileira-com-show-para-45-mil-pessoas-em-sp.html

Belle & Sebastian usa carisma para encantar fãs em São Paulo

Sempre carismático, o vocalista principal do Belle & Sebastian, Stuart Murdoch, empolgou o público no show que o grupo escocês realizou nesta quarta-feira (10) em São Paulo. Não que fosse necessário: a plateia estava cheia de fãs, que dançaram com um misto de clássicos e músicas do disco ‘Write About Love’, lançado em outubro deste ano.

Cerca de 5 mil pessoas, em sua maioria jovens e indies, prestigiaram a apresentação da capital paulista. Não foi o suficiente para lotar a casa, mas foi o número ideal para garantir volume aos olhos de quem estava no palco e também a possibilidade de encontrar um lugar com uma boa vista e a salvo do empurra-empurra comum em pistas de shows. Todos saíram felizes – e os presentes pareceram nem se importar com o som, que estava um pouco baixo e foi desfavorável aos instrumentos musicais utilizados.

Com sete integrantes e cinco músicos, o Belle & Sebastian abriu o show pontualmente, às 22h, com ‘I Didn’t See It Coming’, do disco ‘Write About Love’, cantada pela vocalista e violinista Sarah Martin. Depois vieram ‘I’m a Cuckoo’ e ‘Step Into My Office’, antes que Stuart Murdoch cumprimentasse a plateia com seu português aparentemente decorado: “Boa noite, São Paulo. Finalmente chegamos de volta ao Brasil”, emendando ‘Another Sunny Day’ na sequência.

Com o público já animado, não foi dificil para o também vocalista e guitarrista Stevie Jackson, mais tímido que Murdoch, ensaiar um assobio coletivo enquanto cantava ‘I’m Not Living in the Real World’. Em meio a um belo jogo de luzes, os fãs se emocionaram ao som de ‘Fox In The Snow’ e alguns acenderam esqueiros, lembrando baladas românticas cantadas em shows ao ar livre. Os hits ‘If You’re Feeling Sinister’ e ‘The Boy With The Arab Strap’ também agradaram, recebendo um grande número de palmas.

Stuart Murdoch arremessou pequenas bolas de futebol americano autografadas para os espectadores. Mostrando que, apesar de magro, tem um braço forte, a maioria dos “presentes” foi parar no fundo da pista comum (ao menos um regalo para quem ficou mais longe). No camarote, no entanto, não conseguiu acertar – para alegria de quem estava embaixo.

Nas últimas músicas do show, o vocalista chamou alguns fãs da pista vip para dançarem no palco. Uma moça desistiu da dança e saiu do palco; tímida, perdeu a oportunidade de abraçar seu ídolo e receber uma medalha. Os cinco restantes dançaram empolgados até que alguém os tirou de lá – não antes de “roubar” um abraço do simpático Murdoch – que após ser abraçado pela quarta fã que recebia a medalha e também pelo único homem chamado ao palco, extendeu a “gentileza” também às outras três moças mais contidas.

As medalhas foram entregues ainda enquanto o escocês cantava ‘Sleep the Clock Around’, que fechou a primeira entrada do grupo no palco com uma vasta salva de aplusos: um misto de admiração pelo show e agradecimento pelos fãs que subiram ao palco, um extase que talvez explique o que veio com o BIS: Stuart Murdoch, magrinho e com uma camiseta branca básica, andando pela plateia, da pista vip à normal, pulando a grade que as separava e sendo segurado no alto pelos fãs enquanto cantava ‘Jonathan David’ (com um segurança preocupado em volta).

Em seguida o Belle & Sebastian tocou três hits do cultuado álbum ‘If You’re Feeling Sinister’: ‘Get Me Away From Here, I’m Dying’, ‘Judy and the Dream of Horses’, fechou o show com ‘Me and the Major’. Quem prestigiou saiu satisfeito com o repertório e a simpátia dos integrantes da banda, lamentando apenas a ausência de músicas do disco ‘Tigermilk’, o primeiro e um dos mais elogiados.

Amanhã (12), os escoceses tocam no Rio de Janeiro. Os fãs cariocas podem esperar um repertório diferente, mas com as primeiras e últimas músicas possivelmente mantidas: o grupo costuma mudar bastante seu repertório. Os ingressos já estão esgotados.

Confira o setlist do show:
I Didn’t See It Coming
I’m a Cuckoo
Step Into My Office
Another Sunny Day
I’m Not Living in the Real World
Piazza, New York Catcher
I Want The World To Stop
Lord Anthony
Sukie In The Graveyard
Fox In The Snow
Travellin Light
If You’re Feeling Sinister
Write About Love
There’s Too Much Love
The Boy With The Arab Strap
Caught In Love
Simple Things
Sleep the Clock Around

Bis
Get Me Away From Here, I’m Dying
Judy and the Dream of Horses
Me and the Major

Texto escrito e publicado ontem no Portal da RedeTV.

Oswaldo Montenegro diverte plateia com discurso revoltado

Oswaldo Montenegro e a flautista Madalena Salles tocaram em São Paulo nesta sexta-feira (29) divulgando o disco ‘Canções de Amor’. Em tom intimista, ele com uma bata branca e uma calça jeans com um rasgo na altura do bolso direito e ela toda de branco, Montenegro aproveitou a oportunidade para desabafar com a plateia, discursando em defesa dos músicos, e contar histórias ao som de suas músicas consagradas.
O show começou com ‘A Lista’, canção que o artista declarou, em entrevista cedida ao RedeTVi em agosto, ser sua música mais crua. Montenegro ainda cantou mais quatro músicas sozinho – ‘Por descuido ou displicência’, ‘Se puder sem medo’, ‘Metade’ e ‘Sem Mandamentos’ – antes de chamar a inseparável companheira artística Madalena Salles ao palco.

Enquanto introduzia a amiga, o cantor se disse cansado dos discursos dos políticos e disse: “essa é a hora do show em que eu discurso”, se justificando depois: “Fiquei com inveja dos candidatos, que estão discursando há meses. Me dá preguiça quando os vejo se esforçando para obedecerem os seus marketeiros”, disse, logo em seguida soltando um “mas não era isso o que eu queria dizer” e emendando uma defesa aos músicos instrumentistas, geralmente pouco reconhecidos. Em seguida, o cantor e a flautista tocaram cerca de 20 músicas juntos.

O show começou pontualmente às 22h – até um pouco antes, considerando que Montenegro apareceu no palco “adiantado”, para “conversar um pouco com a plateia”. O tom de descontração começou aí: com o cantor divulgando seus projetos em andamento e o público rindo de suas brincadeiras.

E quem prestigiou o artista nesta sexta pode ainda conferir um “show-teaser” da Companhia Mulungo, grupo de músicos dirigidos por Montenegro, que cantou três músicas, com um estilo irreverente e teatral, enquanto Montenegro assistia sentado na plateia. O cantor anunciou que o grupo, composto por 11 músicos (dos quais 5 prestigiaram o show na capital paulista) deve se apresentar em janeiro.

Dos grandes sucessos, faltou apenas ‘A Palo Seco’, os outros estiveram todos por lá: ‘Estrada Nova’ foi a primeira a levar a plateia ao êxtase, pouco depois da entrada de Madalena, foi a primeira canção do show em que foi possível ouvir a plateia cantando. Pouco depois vieram ‘Bandolins’ e o lindo começo em flauta de ‘Estrelas’. Emendando uma música em outra, mal dando tempo para distinguir as canções, a dupla ainda recebeu muitos aplausos por ‘Quando a gente ama’ e ‘Léo e Bia’.

Sem se despedir ou quebrar o clima de intimidade criado, Oswaldo Montenegro cantou ‘Lua e flor’, enquanto Madalena Salles circulou pelas primeiras fileiras da plateia com sua bela flauta. Foi a última música. E o público, estranhamente, não pediu biz – talvez já habituado com o retorno de seus ídolos. Mas Montenegro não voltou, as luzes se acenderam e a equipe técnica começou a desmontar os equipamentos de som.

Muitos ainda esperaram, achando que pudesse ser apenas questão de tempo. Mas a despedida ficou na memória: muito aplaudida e alegre, com um sorriso sincero no rosto de cantor e a alegria entre ele e a flautista. Para os fãs, o jeito foi se dirigir à uma enorme fila, que ainda rendeu um bom tempo de espera aos ansiosos por um autógrafo.

Texto escrito e publicado hoje no Portal da RedeTV.

Vocalista rouba a cena em show dos Cranberries em SP

A vocalista do The Cranberries, Dolores O’Riordan, roubou a cena e cativou a plateia no show da banda nesta quinta-feira (14), em São Paulo. Com dois estilosos vestidos vermelhos, a cantora ganhou grito próprio do público que, já empolgado no meio do show, gastou a voz para gritar seu nome. Não o dos Cranberries, mas o de Dolores, a estrela da noite.

Cantando hits dos cinco discos de inéditas da banda, Dolores mostrou que, apesar de baixinha, tem o perfeito domínio de sua voz, ainda melhor ao vivo que nos discos.

Pendendo para o lado esquerdo da plateia, onde estavam localizados os cadeirantes, a vocalista pareceu bancar a politicamente correta, esquecendo os fãs esmagados do lado direito da pista premium. O público, em sua maioria jovem, lotou a casa, apesar do tempo frio e chuvoso e do trânsito enfrentado para chegar ao Credicard Hall.

A apresentação começou com meia hora de atraso, em respeito aos pagantes que ainda não haviam conseguido passar os carros na Avenidas das Nações Unidas, segundo informou a assessoria de imprensa da casa. E, por uma hora e meia, os fãs e saudosistas vibraram, pularam e cantaram os sucessos que já sabem de cor – uma das vantagens de ser fã de um grupo que não lança um álbum inédito há 9 anos.

O setlist de São Paulo foi igual ao apresentado no show do Rio na última terça (13) e semelhante ao do show que os Cranberries fizeram em janeiro deste ano na capital paulista. O show começou com ‘Analyse’, do último disco de inéditas, ‘Wake Up and Smell the Coffee’, de 2001. O término ficou por conta do sucesso ‘Zombie’, de ‘No Need to Argue’ (1994), o segundo disco. No bis, que mais pareceu uma pausa para trocar o modelito, Dolores voltou para mais quatro músicas, encerrando o êxtase dos fãs com o hit ‘Dreams’, do álbum de estreia ‘Everybody Else Is Doing It, So Why Can’t We?’ (1993).

Formada ainda por Noel Hogan (guitarra), Mike Hogan (baixo) e Fergal Lawler (bateria), a banda irlandesa está desde 2001 sem lançar um disco de inéditas. A turnê no Brasil – que segue para Florianópolis (16), Brasília (19), Recife (22) e Fortaleza (23) – encerra os shows de retorno da banda após uma pausa entre 2003 e 2009. Os Cranberries já tem 40 milhões de discos vendidos e agora planejam voltar ao estúdio para gravar o 6º álbum.

Setlist
– Analyse
– How
– Animal
– Dreaming My Dreams
– Linger
– Ode to My Family
– Wanted
– Just My Imagination
– Desparate Andy
– When Ure Gone
– Daffodil
– Can´t Be With You
– Waltzing
– Electric Blue
– Free
– Salvation
– Ridiculos Thoughts
– Zombie

BIS (ou, a pausa para trocar de roupa)
– Shattered
– Astral
– Promises
– Dreams

Texto escrito e publicado ontem no Portal da RedeTV.

Oswaldo Montenegro comemora 30 anos de carreira com shows em SP

Em seu 30º aniversário de carreira, Oswaldo Montenegro apresenta seu novo CD, ‘Canções de Amor’, com shows especiais em São Paulo. O cantor também estreia nos cinemas (como diretor do longa ‘Léo e Bia’, previsto para setembro); nos teatros (dirigindo a peça ‘Filhos do Brasil’); e na televisão (com uma série sobre a história do Brasil), isso sem contar o DVD ‘Quebra-Cabeça Elétrico’, lançado em outubro.

Montenegro conta que ficou muito feliz fazendo esse novo disco: “é uma mistura de clássicos sobre o tema do amor com três inéditas. Um disco intimista. Soa quase como se tivesse sido gravado em casa.” Ele acredita que este novo show deve ser especial, pois é a primeira vez que se apresenta sozinho com a flautista Madalena Salles. “Nós trabalhamos juntos há 35 anos e será a primeira que subiremos ao palco só nós dois, sem os outros músicos. Neste show, nós vamos nos revezar com vários instrumentos. Será muito especial.”

Neste show, o público nem precisará pedir pelos grandes sucessos. Canções como ‘Bandolins’, ‘Metade’, ‘Léo e Bia’ e ‘A Lista’ já estão no repertório previsto para a apresentação, que inclui ainda a canção ‘Sempre não é todo dia’, que no CD é cantada em parceria com Zélia Duncan. Ao contrário de alguns músicos, que se cansam de tocar as músicas que os consagraram, Montenegro diz que tem prazer em atender os pedidos do público: “acho uma questão de gentileza, é um carinho do público pedir certas canções e é um carinho tocar o que eles pedem.”

No palco, “a primeira sensação é de espanto”, revela o cantor: “me pergunto porque eles foram até lá, o que estão fazendo ali, mas a segunda sensação é de usufruir desse prazer.” Aplaudido pelos fãs, ele conta que aproveita os shows para botar tudo para fora, “show para mim é um desabafo”, revela.

Nesses 30 anos de carreira, Montanegro acredita que pouca coisa mudou na sua relação com a arte. “Eu considero um privilégio trabalhar no que se ama. Tenho uma relação completamente apaixonada com a arte e isso não mudou em nada desde que comecei.”

Dividido entre trilhas sonoras e canções autobiográficas, o músico só cita mudanças na composição de suas músicas: “com o tempo, a gente para de enfeitar e se torna mais direto, a gente abandona as metáforas e tenta ir logo no osso da coisa.” Um bom exemplo disso, para ele, é a canção ‘A Lista’, de 2001. “Foi uma música que compus quando vi que o cabelo branco é irreversível. A música fala sobre o que você conseguiu reter e o que deixou correr pelo ralo. É a música mais crua que já escrevi.”

Expandindo horizontes para várias expressões artísticas, Montenegro diz que “a música está completamente presente em todas as áreas que estou atuando, é a base de tudo para mim. Eu comecei minha carreira como instrumentista e já fiz trabalhos sem teatro ou sem cinema, mas jamais faria um filme sem música.” A diversidade é outra característica de sua obra: no DVD ‘Quebra-Cabeça Elétrico’, ele trocou o violão pela guitarra e agora retoma o violão com ‘Canções de Amor’. “Eu sou um artista tipicamente brasileiro. O Brasil é uma mistureba e eu quero exercer essa possibilidade até as últimas consequências.”

Serviço:
Lançamento do CD ‘Canções de Amor’, de Oswaldo Montenegro
Onde: Citibank Hall (av. Jamaris, 213, Moema)
Quando: 06 e 07/08, a partir das 22h
Quanto: de R$ 60 a R$ 130 (estudantes, idosos e aposentados tem direito à meia entrada), http://www.ticketsforfun.com.br ou 4003-5588

Matéria escrita e publicada ontem no Portal da RedeTV.