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Livro retrata peripécias amorosas entre rapaz e prostituta

Foi com um estilo rápido e pouco descritivo que Estevão Romane escreveu seu primeiro romance, ‘Eu amei Victoria Blue’. Recém-lançado, o livro é autobiográfico e conta a história do relacionamento que o autor teve com Fernanda, uma garota de programa de codinome Victoria Blue.

Quando se conheceram, Estevão, que no livro se chama Davi, não sabia como Fernanda ganhava a vida. Ambos brasileiros, eles se cruzaram em Nova York e se envolveram em um forte relacionamento, muito marcado pela questão sexual. A grande motivação da trama, no entanto, é o mistério que cerca a moça: “Quando descobri comecei a rir: ela é uma mulher cheia de morais e princípios, achei estranho”, contou Romane ao RedeTVi.

Eles passaram oito meses juntos sem que o jovem conhecesse a profissão de sua namorada. Depois que descobriu, foram mais oito meses para superar o trauma e conseguir externá-lo em palavras. “A ideia de escrever o livro veio logo após a descoberta. Depois de passar vários momento com ela eu quis escrever sobre isso, é uma história muito boa e que precisava ser dividida. Eu comecei a escrever logo que descobri, mas depois travei, passei oito meses sem conseguir escrever”, disse o escritor, que demorou um ano e meio para concluir seu primeiro trabalho.

Apesar de se assumir como autobiográfico, Romane criou para si um alterego: Davi. Pode parecer estranho, mas ele explica que quis dar uma chance aos personagens: “Não queria nos deixar presos ao livro. Os personagens são eternos e imutáveis, mas nós, que vivemos aquela história, não podemos ficar presos ao livro. Tem coisas que eu fiz na época que eu não faria hoje.”

Quando descobriu a farsa de Fernanda, Romane simplesmente acabou o namoro: “Percebi que o caráter dela era muito diferente do que ela havia me dito, ela mentiu para mim em vários aspectos, não só sobre sua profissão. Nunca contei para ela que eu descobri. Não queria destruir o mundo que ela tinha criado para mim, tive medo que ela surtasse.

Depois que voltou para o Brasil, o escritor não teve mais notícias de sua ex-namorada: “Pelo que eu sei ela se casou com um americano e está tirando o green card.” Ele diz que não escreveu o livro pensando na reação que a moça terá quando ler a história dos dois: “Acho que ela vai acabar sabendo do livro, mas sua reação é imprevisível. Uns dois meses antes de descobrir que ela era garota de programa, e isto está no livro, eu falei pra ela que ia escrever um livro sobre ela. Só não imaginava que seria assim.”

Pego de surpresa com o fim dramático de seu relacionamento, Romane construiu sua história de forma pessoal e bastante informal. O livro tem uma narrativa leve, com muitos diálogos e poucas descrições. O começo empolga na saga entre o rapaz (hoje com 23 anos, mas que na época tinha 20) e sua vizinha – um enredo semelhante ao de filmes como ‘Show de Vizinha’ ou ‘O Pecado mora ao lado’, com uma bela moça que se envolve com um jovem um tanto quando desajeitado. A narrativa perde força no final, mas, como Romane diz, “é uma história que vale a pena ser contada.”

Matéria escrita e publicada terça-feira (07) no Portal da RedeTV.

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Conheça os homenageados com a Ordem do Mérito Cultural

Acontece nesta quinta-feira (02) em Brasília a cerimônia de entrega da insígnia da 16ª Ordem do Mérito Cultural. Entre os 40 homenageados, divulgados nesta quarta pelo ministro da Cultura Juca Ferreira, destacam-se nomes como Gal Costa, Glória Pires, o grupo Demônios da Garoa e o compositor Hermeto Pascoal. A entrega acontecerá no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

A categoria ‘In Memoriam’ traz homenagens a grandes nomes da cultura brasileira, como Armando Nogueira, Carlos Drummond de Andrade, Cazuza, João Cabral de Melo Neto, Joaquim Aurélio Nabuco de Araújo, Moacir Werneck de Castro, Nelson Rodrigues e Vinicius de Moraes.

“Para receber a Ordem do Mérito Cultural foram escolhidas pessoas que exprimem a nossa tradição, a nossa vanguarda, as diferentes correntes de criação cultural e artística do nosso povo. Muitos dos agraciados não se conhecem entre si e isto é mais uma mostra de que o Brasil é múltiplo, é plural, e que cabe aos brasileiros revelar uns aos outros o país que estão criando em conjunto”, comentou Juca Ferreira em nota divulgada pelo MinC.

Confira a lista de homenageados:

– Andrea Tonacci, cineasta
– Anna Bella Geiger, gravurista e videoartista
– Mestre Alberto da Paz, violeiro e cantador
– Azelene Inácio Kaingáng, socióloga
– Candido Antonio Mendes de Almeida, escritor e professor
– Carlota Albuquerque, coreógrafa e diretora de dança
– Cesaria Evora, cantora
– Conjunto Época de Ouro, grupo de choro
– Coral das Lavadeiras
– Demônios da Garoa
– Denise Stoklos, autora de teatro
– Bispo católico Dom Pedro Casaldáliga Pia
– João Carlos de Souza-Gomes, embaixador
– Escuela Internacional de Cine y Television de San Antonio de los Baños (EICTV), fundada por Gabriel García Márquez
– Gal Costa, cantora
– Glória Pires, atriz
– Companhia de Danças Folclóricas Aruanda
– Hermeto Pascoal, compositor e instrumentista
– Ilo Krugli, diretor, ator, artista plástico e escritor
– Ismael Ivo, bailarino e coreógrafo
– Ítalo Rossi, ator
– Jaguar, caricaturista e ilustrador
– Joênia Wapixana, primeira advogada indígena do Brasil
– Leon Cakoff, crítico cinematográfico e cineasta
– Leonardo Boff, teólogo
– Maracatu Estrela Brilhante de Igarassú
– Mário Gruber Correia, gravador, pintor e desenhista
– Maureen Bisilliat, fotógrafa
– Maurício Segall, museólogo, economista, escritor e dramaturgo
– Rogério Duarte, artista gráfico, músico, compositor, poeta, tradutor e professor
– Sociedade Cultural Orfeica Lira Ceciliana
– Tinoco, cantor

In Memoriam

– Armando Nogueira, jornalista e cronista esportivo
– Carlos Drummond de Andrade, poeta
– Cazuza, cantor
– João Cabral de Melo Neto, poeta e diplomata
– Joaquim Aurélio Nabuco de Araújo, político, historiador, jurista, jornalista e poeta
– Moacir Werneck de Castro, jornalista e escritor
– Nelson Rodrigues, escritor e dramaturgo
– Vinicius de Moraes, poeta, cantor e compositor

Nota escrita e publicada quinta-feira (02) no Portal da RedeTV.

Dirty Vegas vai apresentar canções inéditas neste sábado em São Paulo

O trio britânico de house music Dirty Vegas toca em São Paulo neste sábado (04). Paul Harris, Steve Smith e Ben Harris já estão no Brasil para a apresentação no Halls XS Xtra Sound. Responsável pela produção dos sons do grupo, Harris disse ao RedeTVi que adora tocar em nosso país: “Não há motivos para não se gostar do Brasil”, revelou.

Este será o primeiro show do grupo por aqui. Harris contou que já tocou algumas vezes no Brasil como DJ e por isso suas expectativas são as melhores possíveis: “Eu sei que são grandes shows, adoro tocar aqui, me sinto sortudo por poder tocar no Brasil. Será um grande show, com muita gente, uma grande festa.”

O DJ revelou que não sabe ao certo o que inspira as composições do Dirty Vegas, mas acredita que as ideias podem vir de qualquer lugar: “Tento ver as coisas e desenvolver sons de acordo com o que está acontecendo no mundo no momento.” Os artistas que eles admiram também ajudam na hora de criar novas músicas. Harris se disse muito fã de Phoenix, um grupo de rock alternativo francês: “são minha banda favorita, nosso novo álbum tem certa influência deles”, confessou.

No show em São Paulo, o músico adiantou que eles vão tocar várias músicas inéditas, presentes no novo álbum, que não foi lançado ainda, além de faixas dos últimos dois discos. “É estranho tocar músicas que as pessoas não conhecem, mas nós achamos que são boas músicas e que as pessoas vão gostar delas”, afirmou Harris, que ainda garantiu que não vão faltar clássicos do grupo como ‘Days Go By’ e ‘Walk Into The Sun’.

Sobre o novo álbum, ainda inédito, Harris disse que foi um desafio voltar a reunir o grupo: “Nós ficamos separados por cinco anos, é diferente voltarmos a nos reunir. O disco tem influências de várias pessoas que eu admiro”. Ele revelou que eles têm planos de voltar ao estúdio, para “fazer alguma música”, assim que voltarem para a Inglaterra: “É divertido fazer um novo álbum”, brincou.

Harris se disse muito feliz por estar tocando em um grande festival no Brasil: “Como DJ, é bom tocar ao vivo, ver as pessoas dançando suas músicas”. Falando sempre pelo grupo, o produtor disse que espera voltar ao Brasil no Carnaval: “Gosto de tudo no Brasil, os lugares são pacíficos e as pessoas são incríveis”, afirmou, sempre bem-humorado e confiante, com um simpático sotaque britânico.

Matéria escrita e publicada sexta-feira (03) no Portal da RedeTV.

FLIP 2011 será entre os dias 6 e 10 de julho

A próxima edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) já tem data marcada. A 9ª edição da FLIP vai acontecer entre os dias 6 e 10 de julho de 2011, com a estreia de Manuel da Costa Pinto na curadoria do evento.

Em nota divulgada nesta quinta-feira (02) à imprensa, Mauro Munhoz, diretor-presidente da Associação Casa Azul, responsável pela organização do evento, disse que a associação já está trabalhando na FLIP 2011: “Sempre no intuito de manter a qualidade do evento que já conquistou a agenda literária mundial.”

A edição de 2010 aconteceu em agosto devido à Copa do Mundo, mas para o próximo ano já voltará para julho, mês em que tradicionalmente se realiza.

Nota escrita e publicada quinta-feira (02) no Portal da RedeTV.

Godard chega aos 80 anos com estreia de novo filme

Os distribuidores brasileiros conseguiram fazer o aniversário do cineasta Jean-Luc Godard coincidir com a estreia nacional de ‘Film Socialisme’, novo trabalho do consagrado diretor francês. Nascido em 3 de dezembro de 1930 e natural de Paris, Godard cresceu na Suíça e depois voltou para a França para estudar etnologia na Sorbonne.

Em 1952 ele começou a fazer colaborações para a revista Cahiers du Cinéma. Depois de filmar vários curta-metragens, o cineasta fez ‘Acossado’ em 1959. Este seu primeiro longa se destacou como um dos primeiros filmes da Nouvelle Vague, um movimento cinematografico francês dos anos 1960, caracterizado pela presença de realizadores jovens e avessos às regras do cinema comercial.

Com 93 filmes no currículo, entre longas e curtas-metragens ficcionais e documentais, Godard foi um dos líderes da Nouvelle Vague, do qual também participaram François Truffaut (‘Os Incompreendidos) e Claude Chabrol (‘Nas Garras do Vício’, considerado o primeiro filme do movimento). O cineasta criou uma linguagem cinematográfica própria, fazendo uso da câmera na mão e de roteiros não-lineares, entre outros recursos, criando filmes muitas vezes considerados chatos ou difíceis.

Nos anos 1960, Godard adotou sua então esposa Anna Karina como musa. Os dois fizeram sete filmes juntos e a jovem se tornou uma das atrizes símbolo da Nouvelle Vague.

Godard influencia grandes diretores até hoje. David Lynch, Pedro Almodóvar, Quentin Tarantino, Gus van Sant e Mathieu Amalric são apenas alguns dos que se dizem fãs do cineasta. Atualmente Godard vive na cidade de Rolle, na Suiça, onde se instalou há 30 anos com sua companheira Anne-Marie Miéville, após ter declarado que se tratava de “um lugar qualquer”, onde pode encontrar paz e tranquilidade longe dos holofotes.

Noita escrita e publicada hoje no Portal da RedeTV.

Dia Nacional do Samba: relembre 7 sucessos do gênero

O dia 2 de dezembro entrou para o calendário de datas festivas como o Dia Nacional do Samba. Para comemorar a data, o RedeTVi selecionou sete clássicos do gênero, sucessos que nunca faltam nas legítimas festas de samba ou nos carnavais de rua pelo Brasil.

Confira e sambe junto com nossos grandes mestres:

Não Deixe o Samba Morrer – Alcione

Trem das Onze – Adoniran Barbosa

Vou Festejar – Beth Carvalho

Aquarela do Brasil – Martinho da Vila

O Sol Nascerá – Cartola

Conversa de Botequim – Chico Buarque canta Noel Rosa

Coisinha do pai – Jorge Aragão e Beth Carvalho

Seleção feita e publicada hoje no Portal da RedeTV.

Coppola: “Quis fazer um filme como se fosse estudante”

Francis Ford Coppola veio ao Brasil para divulgar seu novo filme, ‘Tetro’, uma produção independente que ele mesmo financiou. Após adiar sua visita por problemas técnicos com seu avião, o diretor de sucessos como a trilogia ‘O Poderoso Chefão’ e ‘Apocalypse Now’ revelou à imprensa na tarde desta quarta-feira (01) que, desta vez, “quis fazer um filme como se ainda fosse estudante”.

Em ‘Tetro’, Coppola assina direção, roteiro e produção. Foi um trabalho realizado com uma equipe pequena: “Gosto de trabalhar com uma equipe pequena, torna o filme mais pessoal”, revelou, bem-humorado, dizendo que é sempre bom trocar experiências com pessoas de todas as idades: “É bom ter a experiência de velhos colegas e o entusiasmo dos jovens.”

Majoritariamente filmado em preto e branco, com os momentos situados no passado em cor, ‘Tetro’ conta a história de uma família marcada pela rivalidade. O protagonista, interpretado por Vincent Gallo e que dá nome ao filme, é um homem emocionalmente instável, que foi muito afetado pelos problemas envolvendo seu pai, seu irmão e uma ex-namorada.

Coppola disse que, no processo de criação do longa, quando se perguntou sobre o que gostaria de falar, percebeu que era sobre sua família, sobre sua relação com seu irmão: “Fazer um roteiro é obter respostas, quando você faz um filme você aprende muita coisa. Então, quando o assunto é pessoal, o prazer é duplo: além de aprender, você aprende sobre si mesmo. Cada filme é um aprendizado sobre algo. Faço filmes para aprender, não pelo dinheiro ou pelo sucesso.”

Como seu personagem, Gallo é muitas vezes considerado um ator difícil. Mas o diretor revelou que não teve problemas filmando com ele: “Nunca tive problemas com nenhum ator. Qualquer que seja o problema, ele pode ser contornado com compreensão: basta você aceitar o ator, mostra para ele que você tem confiança no trabalho dele.”

Sobre o uso da fotografia em preto e branco, Coppola revelou que sempre quis fazer esse filme em p&b: “O preto e branco é lindo e expressa metaforicamente as cores. Em um filme colorido você pode ser preguiçoso, no p&b não, você tem que usar vários tons de cinza, diferentes luzes… Eu queria fazer um filme em preto e branco, pois [esse recurso] traz uma certa realidade poética.”

Assista o trailer de ‘Tetro’:

Matéria escrita e publicada hoje no Portal da RedeTV.

Cinema em SP exibe balé ‘O Quebra-Nozes’ ao vivo direto da Rússia

São Paulo entrou na rota dos grandes musicais e, nos cinemas, o glamour não fica para trás. Depois de exibir a transmissão ao vivo das óperas da temporada 2010/2011 do The Met Opera, de Nova York, o público paulista agora poderá assistir o balé ‘O Quebra-Nozes’ ao vivo direto do teatro de Bolshoi (Moscou), pertencente a uma das melhores companhias de balé e ópera do mundo.

O Grupo Severiano Ribeiro fechou um acordo para transmitir algumas apresentações de ballet diretamente do teatro em Moscou, na Rússia. A primeira exibição programada é do clássico ‘O Quebra-Nozes’, que será exibido em alta definição de som e imagem no dia 19 de dezembro, às 14h, no Kinoplex Itaim e no Kinoplex Vila Olímpia. Os ingresso custam R$ 50 (estudantes e idosos pagam meia) e já estão à venda.

A sessão terá duas horas e quinze minutos, dividida em dois atos, mas sem intervalo. ‘O Quebra-Nozes’ foi um dos três balé compostos por Tchaikovsky em 1892 e narra a história da menina Marie e do mundo encantado a que ela é apresentada às vésperas do Natal, graças a um presente especial que ganha de seu padrinho.

Serviço:
Onde:
Kinoplex Itaim (Rua Joaquim Floriano, 466 – Loja 29) e no Kinoplex Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Lojas 603/604). São Paulo-SP
Quando: 19 de dezembro
Quanto: R$ 50 (estudantes e idosos pagam meia)

Nota escrita e publicada hoje no Portal da RedeTV.

Fugindo do cinema, David Lynch divulga dois singles

David Lynch fez sua estreia no mundo da música. Ele divulgou nesta segunda-feira (29) dois singles de sua autoria: ‘Good day today’ e ‘I know’ – que serão lançadas por uma gravadora independente do Reino Unido.

Diretor de filmes como ‘Cidade dos sonhos’ e ‘Veludo Azul’, Lynch já dirigiu séries e agora se lança no universo musical. Ele declarou ao jornal britânico The Guardian que “a música se transformou em uma poderosa fonte de inspiração em sua vida.”

Ao contrário de seus filmes, considerados de difícil compreensão, Lynch afirmou que a canção ‘Good day today’ é “comercial e acessível”.

Os hits estão disponíveis no YouTube e os fãs do cineasta não precisam ter medo: Lynch garantiu que não vai largar o cinema: “A música compõe uma parte importante do cinema. É que ultimamente estive mais envolvido com a música”.

‘I Know’

‘Good day today’

Nota escrita  publicada hoje no Portal da RedeTV.

Festival de Brasília aposta em novos diretores

Em sua 43ª edição, que começa nesta terça-feira (23), o Festival de Brasília se destaca por suas apostas em diretores jovens. Os seis filmes da competição de longas são de nomes pouco conhecidos. O de maior destaque é o de Felipe Bragança, roteirista de ‘O Céu de Suely’ e que apresenta no Festival deste ano seu segundo longa ‘A Alegria’, feito em parceria com Marina Meliande.

Os outros filmes selecionados para a competição, que tem revelado novas tendências para o cinema nacional, são ‘Amor’ (foto), de João Jardim, ‘Os Residentes’, de Tiago Mata Machado, ‘O Céu Sobre os Ombros’, de Sérgio Borges, ‘Transeunte’, de Eryk Rocha, e ‘Vigias’, de Marcelo Lordello.

A abertura do Festival se dará com a exibição de ‘Lílian M: Relatório Confidencial’ (1975), de Carlos Reichenbach. A sessão será antecedida por cum oncerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, local onde acontece a cerimônia. O encerramento, no dia 30, fica por conta do longa ‘Os Deuses e os Mortos’ (1970), de Ruy Guerra.

O júri (dos filmes em 35 mm) este ano é formado pela romancista Ana Miranda, pelo pesquisador de Comunicação e Cinema André Brasil, pela roteirista e diretora Anna Muylaert, pelo produtor, escritor e diretor Antonio Carlos da Fontoura, pela atriz Bidô Galvão, pelo diretor Erik de Castro e pelo crítico de cinema, diretor e roteirista Kleber Mendonça.

Confira a programação completa do Festival:

Terça 23
20h30, Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro
Abertura para convidados com exibição de ‘Lilian M: Relatório Confidencial’ e apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência da maestrina Elena Herrera.

Quarta 24
20h3023h30, Cine Brasília
Mostra Competitiva 35mm
Cachoeira, de Sergio José de Andrade, 13min47, AM
Fábula das Três Avós, de Daniel Turini, 17min, SP
A Alegria, de Felipe Bragança e Marina Meliande, 1h46, RJ

Quinta 25
20h3023h30, Cine Brasília
Mostra Competitiva 35mm
Angeli 24 horas, de Beth Formaggini, 25min09, RJ
Contagem, de Gabriel Martins e Maurilio Martins, 18min02, MG
Transeunte, de Eryk Rocha, 1h40, RJ

Sexta 26
20h3023h30, Cine Brasília
Mostra Competitiva 35mm
Acercadacana, de Felipe Peres Calheiros, 19min58, PE
Braxília, de Danyella Proença, 17min, DF
Os Residentes, de Tiago Mata Machado, 2h, MG

Sábado 27
20h3023h30, Cine Brasília
Mostra Competitiva 35mm
Matinta, de Fernando Segtowick, 20min, PA
Falta de Ar, de Érico Monnerat, 21min, DF
O Céu sobre os Ombros, de Sérgio Borges, 1h12, MG

Domingo 28
20h3023h30, Cine Brasília
Mostra Competitiva 35mm
A Mula Teimosa e o Controle Remoto, de Hélio Villela Nunes, 15min, SP
Café Aurora, de Pablo Polo, 19min, PE
Amor?, de João Jardim, 1h40, RJ

Segunda 29
20h3023h30, Cine Brasília
Mostra Competitiva 35mm
O Céu no Andar de Baixo, Leonardo Cata Preta, 14min59, MG
Custo Zero, de Leonardo Pirovano, 12min, RJ
Vigias, de Marcelo Lordello, 1h10, PE

Terça 30
20h30, Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro
Premiação, entrega dos troféus e exibição de ‘Os Deuses e os Mortos’, para convidados.

Endereços:

Cine Brasília
EQS 106/107. Tel.: (61) 3244 1660

CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil
SCES Trecho 2 Lote 22. Tel.: (61) 3310 7081

Teatro Nacional Claudio Santoro
Setor Cultural Norte, Via N2. Tel.: (61) 3325 6239 e 3325 6240

Cinemark do Pier 21
Pier 21, SCE/s, Trecho 2, Conjunto 32 e 33. Tel.: (61) 3223 7506

Kubitschek Plaza Hotel
SHN Quadra 2 Bloco A. Tel.: (61) 3319 3060

Museu Vivo da Memória Candanga
Endereço: Via EPIA Sul, SPMS, Lote D – Núcleo Bandeirante – DF. Tel.: (61) 3301 3590

Texto escrito e publicado hoje no Portal da RedeTV.