A carne corrompida da mãe gorda

Num submundo ou cidade paralela, três gordas ratazanas disputam o espaço de uma árvore. Ou brincam, correndo em volta de suas raízes. Nos arredores da Praça Roosevelt, são mais bem alimentadas que outros com os quais cohabitam.

Do bueiro na Brigadeiro Luís Antônio, a gorda barata tem camadas de fazer inveja à Kafka. As antenas farejando o ocre do subterrâneo.

Reinam soberanas na noite da cidade, esquecida de suas mazelas, largados seus habitantes à própria sorte. Seguem as quatro, vão se juntar a outras gordas colegas da grande metrópole.

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